Será que os rituais que a sociedade nos oferece nos ajuda a superar as fases de mudanças, de transição (como nascimento, passagem da infancia para puberdade, passagem da adolescencia para a vida adulta, casamento, morte) ou nos aprisiona num modo rígido de vivenciar novas experiências?
" Não são as perdas, nem as quedas que podem fazer fracassar nossa vida, senão a falta de coragem para levantar-nos e seguir adiante. "
sábado, 31 de março de 2012
Ritual e Mudança
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
A Mudança do Primeiro Ano como Mãe
Quando nosso filho completa um ano, podemos dizer que nós mães também estamos completando um ano, só que um ano de vida como mãe.
É claro que a mãe que somos é influenciada pelos sonhos que já nutrimos em um dia ser mãe, pelas expectativas que criamos quando fortalecemos o relacionamento com um grande amor, quando sonhamos juntos em ter um filho, quando engravidamos e tentamos nos preparar para a grande mudança que está por vir.
Mas a gravidez é um outro tipo de mudança que a maternidade que nasce quando nasce um bebê. Na gravidez de alguma forma a mãe e o bebê estão protegidos, o corpo da mãe se encarrega de cuidar do bebê de forma quase automática, natural, o bebê se encarrega de ter todas as suas satisfações atendidas na água quentinha do líquido amniótico. Que paraíso!
É claro que a mãe que somos é influenciada pelos sonhos que já nutrimos em um dia ser mãe, pelas expectativas que criamos quando fortalecemos o relacionamento com um grande amor, quando sonhamos juntos em ter um filho, quando engravidamos e tentamos nos preparar para a grande mudança que está por vir.
Mas a gravidez é um outro tipo de mudança que a maternidade que nasce quando nasce um bebê. Na gravidez de alguma forma a mãe e o bebê estão protegidos, o corpo da mãe se encarrega de cuidar do bebê de forma quase automática, natural, o bebê se encarrega de ter todas as suas satisfações atendidas na água quentinha do líquido amniótico. Que paraíso!
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Viviane Mosé
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
A Mudança Pós-formatura
Hoje fazem 5 anos que nos formamos, data da nossa colação de grau. Como estávamos naquela época? Quase podemos sentir aquele mesmo frio na barriga, aquela mistura inusitada de alegria e tristeza...
A implacável sensação de que nada seria como antes, a expectativa de estar a poucos passos de se atirar num abismo cheio de mistério cujo único vislumbre é de um imenso ponto de interrogação. O caminho ia se construir ao caminhar.
Como seria? Arrumaríamos emprego? Conseguiríamos ser bons profissionais? Daríamos conta do recado? Daríamos conta do grande desafio que é cuidar do outro? Manteríamos contato com os grandes amigos que fizemos ao longo da vida universitária?
A implacável sensação de que nada seria como antes, a expectativa de estar a poucos passos de se atirar num abismo cheio de mistério cujo único vislumbre é de um imenso ponto de interrogação. O caminho ia se construir ao caminhar.
Como seria? Arrumaríamos emprego? Conseguiríamos ser bons profissionais? Daríamos conta do recado? Daríamos conta do grande desafio que é cuidar do outro? Manteríamos contato com os grandes amigos que fizemos ao longo da vida universitária?
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Paraíso
Ela era uma pequena garota... e sonhava com o paraíso...
Mal sabia ela que já vivia momentos-paraíso: quando tinha o irmão pequeno no colo, quando acreditava em papai Noel (lembra até hoje quando descobriu que ele não exisitia), quando ia passar o Natal com familiares distantes, quando visitava os primos da mesma idade e brincava com eles, quando ia passear com a família na pizzaria, quando ia para piscina e para a praia, quando jogava baralho com os pais e os irmãos e amigos, quando ia para excursões no colégio em que visitava hotéis-fazenda, quando sonhava em um dia crescer, trabalhar, viajar para novos lugares, formar uma família e ter filhos...
A menina foi crescendo e o mundo foi se tornando pesado... A vida surpreendia ao não se encaixar totalmente nos planos que ela ia construindo (ainda bem!) e a levava para caminhos desconhecidos e novos... ela se assustava e se esquecia daquela menina que tinha sido...
Mal sabia ela que já vivia momentos-paraíso: quando tinha o irmão pequeno no colo, quando acreditava em papai Noel (lembra até hoje quando descobriu que ele não exisitia), quando ia passar o Natal com familiares distantes, quando visitava os primos da mesma idade e brincava com eles, quando ia passear com a família na pizzaria, quando ia para piscina e para a praia, quando jogava baralho com os pais e os irmãos e amigos, quando ia para excursões no colégio em que visitava hotéis-fazenda, quando sonhava em um dia crescer, trabalhar, viajar para novos lugares, formar uma família e ter filhos...
A menina foi crescendo e o mundo foi se tornando pesado... A vida surpreendia ao não se encaixar totalmente nos planos que ela ia construindo (ainda bem!) e a levava para caminhos desconhecidos e novos... ela se assustava e se esquecia daquela menina que tinha sido...
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
O Palhaço
Outro dia vi um delicado filme nacional chamado "O Palhaço" dirigido e produzido pelo Selton Mello, que também é o ator principal do filme.
A história do filme é sobre um palhaço que entra em crise com seu trabalho
e busca mudanças. "Eu faço todos rirem, mas quem me fará rir?" A singela história tem um profundidade existencial, afinal, como já disse Rubem Alves, as coisas mais simples são as mais profundas. Lembrei agora de uma linda letra de Oswaldo Montenegro chamado "Metade" em que um trecho diz:
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