Às vezes nos sentimos tão cansados...
Mais uma vez, dar adeus a uma pessoa querida...
Mais uma vez, começar algo novo, que demanda energia e investimento...
Mais uma vez, uma frustração que angustia, a qual ainda não nos acostumamos...
Mais uma vez, uma tentativa fracassada de mudar um mau hábito...
Mais uma vez, a busca de enfrentar as tristezas que nos habitam para tentar mudar repetições automáticas...
Uff! Como nos exige o fato de estarmos vivos!
" Não são as perdas, nem as quedas que podem fazer fracassar nossa vida, senão a falta de coragem para levantar-nos e seguir adiante. "
domingo, 10 de junho de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
Por que Mudar é tão difícil?
Uma das capas da ótima revista Vida Simples vem com o título acima. E a reportagem vem com a chamada: "Mudança de hábito - Por que, afinal, alterar os padrões do nosso comportamento pode ser tão desafiador?"
A reportagem começa indagando quem de nós não teria tentado mudar algum hábito ou fazer algo novo e não tenha encontrado dificuldade, devido a nossa tendência de repetir as mesmas coisas, o mesmo padrão.
A reportagem começa indagando quem de nós não teria tentado mudar algum hábito ou fazer algo novo e não tenha encontrado dificuldade, devido a nossa tendência de repetir as mesmas coisas, o mesmo padrão.
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sábado, 31 de março de 2012
Ritual e Mudança
Será que os rituais que a sociedade nos oferece nos ajuda a superar as fases de mudanças, de transição (como nascimento, passagem da infancia para puberdade, passagem da adolescencia para a vida adulta, casamento, morte) ou nos aprisiona num modo rígido de vivenciar novas experiências?
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
A Mudança do Primeiro Ano como Mãe
Quando nosso filho completa um ano, podemos dizer que nós mães também estamos completando um ano, só que um ano de vida como mãe.
É claro que a mãe que somos é influenciada pelos sonhos que já nutrimos em um dia ser mãe, pelas expectativas que criamos quando fortalecemos o relacionamento com um grande amor, quando sonhamos juntos em ter um filho, quando engravidamos e tentamos nos preparar para a grande mudança que está por vir.
Mas a gravidez é um outro tipo de mudança que a maternidade que nasce quando nasce um bebê. Na gravidez de alguma forma a mãe e o bebê estão protegidos, o corpo da mãe se encarrega de cuidar do bebê de forma quase automática, natural, o bebê se encarrega de ter todas as suas satisfações atendidas na água quentinha do líquido amniótico. Que paraíso!
É claro que a mãe que somos é influenciada pelos sonhos que já nutrimos em um dia ser mãe, pelas expectativas que criamos quando fortalecemos o relacionamento com um grande amor, quando sonhamos juntos em ter um filho, quando engravidamos e tentamos nos preparar para a grande mudança que está por vir.
Mas a gravidez é um outro tipo de mudança que a maternidade que nasce quando nasce um bebê. Na gravidez de alguma forma a mãe e o bebê estão protegidos, o corpo da mãe se encarrega de cuidar do bebê de forma quase automática, natural, o bebê se encarrega de ter todas as suas satisfações atendidas na água quentinha do líquido amniótico. Que paraíso!
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Viviane Mosé
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
A Mudança Pós-formatura
Hoje fazem 5 anos que nos formamos, data da nossa colação de grau. Como estávamos naquela época? Quase podemos sentir aquele mesmo frio na barriga, aquela mistura inusitada de alegria e tristeza...
A implacável sensação de que nada seria como antes, a expectativa de estar a poucos passos de se atirar num abismo cheio de mistério cujo único vislumbre é de um imenso ponto de interrogação. O caminho ia se construir ao caminhar.
Como seria? Arrumaríamos emprego? Conseguiríamos ser bons profissionais? Daríamos conta do recado? Daríamos conta do grande desafio que é cuidar do outro? Manteríamos contato com os grandes amigos que fizemos ao longo da vida universitária?
A implacável sensação de que nada seria como antes, a expectativa de estar a poucos passos de se atirar num abismo cheio de mistério cujo único vislumbre é de um imenso ponto de interrogação. O caminho ia se construir ao caminhar.
Como seria? Arrumaríamos emprego? Conseguiríamos ser bons profissionais? Daríamos conta do recado? Daríamos conta do grande desafio que é cuidar do outro? Manteríamos contato com os grandes amigos que fizemos ao longo da vida universitária?
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